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ROCHELLI DANTAS
No mês de janeiro os preços dos produtos na capital pernambucana ficaram mais salgados. Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) foi de 1,12%, enquanto que em dezembro o índice foi de 0,29%. Das sete capitais pesquisadas pela FGV, seis apresentaram acréscimos no índice. A capital pernambucana teve o segundo maior índice. O IPC-S Nacional fechou o mês em 1,29%.Segundo o estudo, as maiores influências positivas foram registradas pelos grupos educação, leitura e recreação (que passou de 2,84% na última apuração para 4,28%) e alimentação (de 1,38% para 1,82%). Também apresentaram crescimento os grupos de habitação (0,36% para 0,43%), saúde e cuidados pessoais (0,32% para 0,43%). Em sentido contrário, três grupos apresentaram desaceleração: vestuário (de 0,57% para 0,10%), transportes (0,66 para 0,07) e despesas diversas (0,02% e -0,58%).No mês em análise, as maiores influências positivas foram nos preços da batata inglesa (de 16,21% para 24,49%), abacaxi (de 17,11% para 23,84%) e curso de ensino fundamental (de 6,26% para 8,82%). Também apresentaram aumento nos preços os itens curso de ensino médio (de 4,67% para 8,40%) e empregada doméstica mensalista (de 2,68% para 3,99%).As maiores influências negativas foram apontadas nos preços da maçã argentina (de -12,57% para -17,42%), da tarifa de táxi (-5,36% para -12,20) e no feijão (-5,04% para -8,85%). No período também apresentaram queda os itens ovo de galinha (de -7,59% para -7,76%) e cebola (de -8,17% para -5,23%).Além da capital pernambucana, segundo a pesquisa, apresentaram aumento nos preços Belo Horizonte (de 0,83% para 1,01%), Brasília (0,45% para 0,73%), Porto Alegre (0,28% para 0,76%), Salvador (0,94% para 1,07%) e São Paulo (1,43% para 1,75%). Apenas o Rio de Janeiro apresentou desaceleração nos preços (de 0,99% para 0,91%).
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