Empresa paranaense irá elaborar projeto de duplicação

1ª Linha - O jornal dos Negócios - Foz do Iguaçu/PR - HOME - 25/02/2010 - 07:22:23


Finalização da 1ª parte do projeto acontece em junho de 2010

A primeira etapa compreende um trecho de 14,4 km, em Medianeira

A Ecocataratas fechou o contrato com a empresa que irá desenvolver o projeto de duplicação entre Medianeira e Cascavel. A escolha foi pela empresa paranaense Unidec de Curitiba. A opção levou em conta a experiência da empresa na realização de projetos semelhantes. "O conhecimento da empresa é fundamental para que seja cumprido o prazo estabelecido", explica o Diretor Superintendente da Ecocataratas, Evandro Couto Vianna. Nos próximos dias, os engenheiros da Ecocataratas e da Unidec estarão reunidos para traçar o cronograma de estudos e, com mais alguns dias, técnicos estarão percorrendo a rodovia para o levantamento de dados topográficos, geológicos, hidrológicos, ambientais e das demais necessidades da obra.

A primeira etapa do projeto de duplicação compreende um trecho de aproximadamente 14,4 km, entre o fim da pista dupla em Medianeira e o início da terceira-pista em Matelândia, no km 660,5, com prazo de conclusão previsto até o fim de junho deste ano. Pela complexidade do projeto, que envolve diversos perímetros urbanos entre Medianeira e Cascavel, o Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e a Ecocataratas acordaram no fim de 2009 que o trabalho seria feito em etapas.

Com a finalização da primeira parte do projeto em junho de 2010, a Ecocataratas espera poder iniciar a obra imediatamente. Segundo Vianna, a expectativa é que estes quatro meses sejam suficientes para haver um entendimento com o DER/PR para que se pactuem as alterações no contrato de concessão em função das determinações judiciais existentes. "Acertado isso com o DER, podemos iniciar as obras entre Medianeira e Matelândia enquanto os estudos e os projetos seguem nos outros segmentos até Cascavel", afirma.

O valor do contrato inicial assinado entre a Unidec e a Ecocataratas é de R$ 2 milhões e poderá ser maior, caso necessite acréscimos de serviços não pactuados . O valor será incluído dentro dos investimentos da concessionária e farão parte de uma renegociação contratual.

Foto: Neri Cardoso

Fonte: Da Redação

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